Aprendizagem Colaborativa Assistida por Computador
(CSCL - Computer Supported Collaborative Learning)

 


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Aproximação ao conceito

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Aprendizagem colaborativa
marca1.jpg (5483 bytes) Teorias relacionadas com CSCL marca1.jpg (5483 bytes) Ferramentas de CSCL

 

 

 

Aproximação ao conceito de CSCL

A aprendizagem colaborativa assistida por computador (CSCL - Computer Supported Collaborative Learning) pode ser definida como uma estratégia educativa em que dois ou mais sujeitos constróem o seu conhecimento através da discussão, da reflexão e tomada de decisões, e onde os recursos informáticos actuam (ente outros...) como mediadores do processo de ensino-aprendizagem.

A CSCL cresceu em torno de um vasto leque de investigações sobre trabalho colaborativo assistido por computador (CSCW - Computer Suported Collaborative Work). CSCW é definido com um sistema de redes de computadores que suporta grupos de trabalho com tarefas comuns, fornecendo um interface que possibilita a realização de trabalho em conjunto. Aprendizagem colaborativa é basicamente definida como uma processo educativo em que grupos de alunos trabalham em conjunto tendo em vista uma finalidade comum.

Principais diferenças entre CSCW e CSCL:

CSCW

CSCL

Tende a focalizar a sua atenção nas técnicas de comunicação. Tende a concentrar a sua atenção no que está a ser comunicado.
Está a ser utilizada principalmente no domínio empresarial. Está a ser explorada em ambientes educativos.
A sua finalidade é a de facilitar a comunicação e a produtividade do grupo. A sua finalidade é a de sustentar uma eficaz aprendizagem em grupo.
 

Ambas se baseiam na promessa de que os sistemas computacionais podem suportar e facilitar os processos e as dinâmicas de grupo, nomeadamente quando os utilizadores destes sistemas se encontram em locais diferentes, tendo em consideração, no entanto, que não foram concebidos para substituir na totalidade a comunicação presencial.

Os sistemas tradicionais de CSCW e CSCL foram talhados para serem utilizados por múltiplos alunos trabalhando numa mesma estação de trabalho, ou através de computadores ligados em rede. Estes sistemas suportam transferência de ideias e informação, acesso a informação e documentos, emissão de respostas em actividades de resolução de problemas. A investigação actual neste domínio abrange não somente as técnicas de groupware (tecnologia usada para agrupar as pessoas...), mas também os seus aspectos sociais, psicológicos, organizacionais e de aprendizagem. O objecto principal é a aprendizagem, a aprendizagem especificamente colaborativa, e como pode ser suportada pelo computador.

O computador é visto como um recurso para a aprendizagem colaborativa. O computador ajuda os alunos a comunicar e a colaborar em actividades comuns, fornecendo também um prestimoso auxílio nos processos de coordenação e organização de actividades. Este papel de mediador, enfatiza as possibilidades de usar o computador não somente como uma ferramenta individual, mas como um media com o qual e através do qual os indivíduos e os grupos podem colaborar uns com os outros.

Mais informação sobre este tópico:


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CSCL Home Page
Conferências sobre CSCL; publicações on-line.
URL: http://www.cica.indiana.edu/cscl95/

 

marca1.jpg (5483 bytes) CSCL '99 Conference
Connecting learning communities globally
Comunicações proferidas neste Congresso.
URL: http://sll.stanford.edu/CSCL99/

 

marca1.jpg (5483 bytes) Computer-Supported Collaborative Learning Environments
Curso sobre CSCL
Actividades, Conteúdos e desenvolvimento do curso, recursos, ferramentas, etc.
URL: http://www.edb.utexas.edu/cscl98/

 

marca1.jpg (5483 bytes) Recursos de CSCW & de Groupware
Artigos, conferências, livros, periódicos, tipos e ferramentas de groupware, estudos, investigação, grupos de interesse, empresas, etc.
URL: http://www.usabilityfirst.com/cscw.html

 

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Aprendizagem colaborativa

A aprendizagem colaborativa pode definir-se como um conjunto de métodos e técnicas de aprendizagem para utilização em grupos estruturados, assim como de estratégias de desenvolvimento de competências mistas (aprendizagem e desenvolvimento pessoal e social), onde cada membro do grupo é responsável, quer pela sua aprendizagem quer pela aprendizagem dos restantes elementos.

A aprendizagem colaborativa destaca a participação activa e a interacção, tanto dos alunos como dos professores. O conhecimento é visto como um constructo social e, por isso, o processo educativo é favorecido pela participação social em ambientes que propiciem a interacção, a colaboração e a avaliação. Pretende-se que os ambientes de aprendizagem colaborativos sejam ricos em possibilidades e propiciem o crescimento do grupo.

 

Máximas sobre aprendizagem tradicional Máximas sobre aprendizagem colaborativa
Sala de aula Ambiente de aprendizagem
Professor - autoridade Professor - orientador
Centrada no Professor Centrada no Aluno
Aluno - "Uma garrafa a encher" Aluno - "Uma lâmpada a iluminar"
Reactiva, passiva Proactiva, investigativa
Ênfase no produto Ênfase no processo
Aprendizagem em solidão Aprendizagem em grupo
Memorização Transformação

 

Elementos básicos da aprendizagem colaborativa

Interdependência do grupo: Os alunos, como um grupo, têm um objectivo a prosseguir e devem trabalhar eficazmente em conjunto para o alcançar. Primeiro, os alunos são responsáveis pela sua própria aprendizagem. Segundo, por facilitar a aprendizagem de todos os membros do grupo. Terceiro, por facilitar a aprendizagem de alunos de outros grupos. Todos os alunos interagem e todos contribuem para o êxito da actividade.

Interacção: Um dos objectivos da aprendizagem colaborativa é o de melhorar a competência dos alunos para trabalhar em equipa.

Cada membro do grupo deve assumir integralmente a sua tarefa e disponibilizar de espaço e tempo para a partilhar com o grupo e, por sua vez, receber as suas contribuições. A vivência do grupo deve permitir o desenvolvimento de competências pessoais e, de igual modo, o desenvolvimento de competência de grupo como: participação, coordenação, acompanhamento, avaliação. Periodicamente deve ser realizada uma avaliação da funcionalidade do grupo, a fim de se conhecer o seu processo de desenvolvimento.

Pensamento divergente: Não deve haver nenhum elemento do grupo que se posicione ostensivamente como líder ou como elemento mais "esperto", mas uma tomada de consciência que todos podem pôr em comum as suas perspectivas, competências e base de conhecimentos. As actividades devem ser elaboradas de modo que exijam colaboração em vez de competição (tarefas complexas e com necessidade de pensamento divergente e criativo).

Avaliação: Os métodos para a avaliação independente são baseados em jogos de perguntas, exercícios, observações da interacção do grupo e heteroavaliação.

Vantagens da aprendizagem colaborativa

Dinâmica do grupo:

possibilita alcançar objectivos qualitativamente mais ricos em conteúdo, na medida em que reúne propostas e soluções de vários alunos do grupo;

os grupos estão baseados na interdependência positiva entre os alunos, o que requer que cada um se responsabilize mais pela sua própria aprendizagem e pela aprendizagem dos outros elementos do grupo (aprender partilhando permite que os alunos se integrem na discussão e tomem consciência da sua responsabilidade no processo de aprendizagem);

incentiva os alunos a aprender entre eles, a valorizar os conhecimentos dos outros e a tirar partido das experiências de aprendizagem de cada um;´

maior aproximação entre os alunos e uma maior troca activa de ideias no seio dos grupos, faz aumentar o interesse e o compromisso entre eles;

transforma a aprendizagem numa actividade eminentemente social;

aumenta a satisfação pelo próprio trabalho.

Nível pessoal:

aumenta as competências sociais, de interacção e comunicação efectivas;

incentiva o desenvolvimento do pensamento crítico e a abertura mental;

permite conhecer diferentes temas e adquirir nova informação;

reforça a ideia que cada aluno é um professor (a aprendizagem emerge do diálogo activo entre professores alunos);

diminui os sentimento de isolamento e de temor à crítica;

aumenta a segurança em si mesmo, a auto estima e a integração no grupo;

fortalece o sentimento de solidariedade e respeito mútuo, baseado nos resultados do trabalho em grupo.

 

Mais informação sobre este tópico:


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Proyectos Colaborativos en el Web
Materias de formação
Programa World Links for Development (WorLD)
Projectos colaborativos na educação; trabalho colaborativo no espaço Web; exemplos de projectos educativos colaborativos na Web.URL: http://www.worldbank.org/worldlinks/spanish/training/MODULOS_html/MOD_3/Modulo_3.html

 

marca1.jpg (5483 bytes) IASCE
International Association for the study of cooperation in education
Associação educativa internacional dedicada ao estudo e à prática da cooperação na aprendizagem, um campo que incluiu métodos cooperativos de sala de aula para que os alunos em equipas de aprendizagem atinjam objectivos académicos e desenvolvam habilidades colaborativas. Envolve também os professores que trabalham juntos na formação e na preparação de materiais curriculares tendo em vista melhorar a qualidade física, social, e intelectual das suas escolas.
URL: http://miavx1.muohio.edu/~iascecwis/

 

marca1.jpg (5483 bytes) Livros sobre colaboração, cooperação e aprendizagem activa
URL: http://www.chass.ncsu.edu/ccstm/PUBS/Biblio/books.html

 

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Teorias relacionadas com CSCL

 

Muitas teorias contribuem para a compreensão da aprendizagem colaborativa assistida por computador.

Teoria sociocultural (baseada na intersubjectividade e na zona de desenvolvimento proximal de Vigotsky);

Construtivismo e aprendizagem auto regulada (Piaget);

Teoria da flexibilidade cognitiva;

Conhecimento situado, Aprendizagem cognitiva, Aprendizagem baseada na resolução de problemas;

Conhecimento distribuído;

...

Estas teorias fundamentam-se na hipótese de que os indivíduos são agentes activos que intencionalmente procuram e constróem o conhecimento num contexto significativo. Os objectivos de CSCL são os de favorecer um ambiente real e multifacetado que permita a ligação com os conhecimentos prévios dos alunos.


Teoria sociocultural de Vigotsky

A teoria sociocultural de Vigotsky sobre a aprendizagem enfatiza que a inteligência humana provém da nossa sociedade ou cultura, e que ocorre em primeiro lugar através da interacção com o ambiente social (ponto de vista interpessoal).

Um outro aspecto da teoria de Vigotsky é a ideia de que o potencial para o desenvolvimento cognitivo está limitado a uma determinada zona a que chamou de "zona de desenvolvimento proximal" (ZDP). Define este conceito como a distância entre o nível real e actual de conhecimentos de uma criança determinado pela resolução independente de problemas e o nível de desenvolvimento potencial determinado pela resolução de problemas sob a orientação de adultos ou em colaboração com companheiros mais capacitados. "A discrepância entre a idade mental da criança e o nível que ela pode atingir resolvendo problemas com assistência de um par mais capaz, é sua zona de desenvolvimento proximal". (Lucena, 1997).

É fundamental considerar que a ZDP varia com a cultura , a sociedade e a experiência de cada indivíduo.

Para que uma ZDP seja criada, deve existir uma actividade conjunta que cria um contexto para a interacção entre alunos e professores. O trabalho de grupo na sala de aula poderá permitir o confronto e a integração de diferentes pontos de vista que não só facilitam a coordenação progressiva dos esquemas cognitivos que as crianças envolvidas possuem, mas também activam a reestruturação dos mesmos.

A criança desenvolve-se e aprende naturalmente desde que interaja em contextos adequados e minimamente estimulantes. Poderá, no entanto, desenvolver-se/aprender mais e melhor se for ajudada pelo professor a analisar e reflectir sobre o que fez.

Para Vigotsky, a interacção social é importante porque o professor pode modelar a solução apropriada, dar apoio estruturado na procura da solução e monitorar o progresso do aluno, tendo em vista facilitar o crescimento e a aquisição de conhecimentos cognitivos individuais.

A ZDP pode compor-se de diferentes níveis de experiência individual (alunos e professores), e podem também incluir artefactos tais como livros, programas para computadores e materiais de carácter científico, etc. A finalidade principal da ZDP é a de suportar a aprendizagem intencional. A aproximação sociocultural de Vigotsky à aprendizagem e muito em particular o conceito de ZDP podem, com sucesso, ser utilizadas no estudo da aprendizagem colaborativa assistida por computador.

Lucena, M. (1997): Um modelo de escola aberta na Internet: Kidlink no Brasil. Rio de Janeiro, Brasport.


Construtivismo

Fundamentalmente, a teoria construtivista crê que o conhecimento que todos nós possuímos não é "sobre" o mundo, mas uma parte "constitutiva" desse mundo. O conhecimento não é um objecto fixo. Ele é construído pelo indivíduo com base na sua própria experiência desse objecto. A aproximação do construtivismo à aprendizagem realça a necessidade de desenvolvimento de projectos estimulantes que envolvam alunos, professores, especialistas, em comunidades de aprendizagem. O seu objectivo é criar comunidades de aprendizagem que estejam o mais possível relacionadas com as práticas colaborativas do mundo real. Num ambiente desta natureza, os alunos assumem a responsabilidade da sua própria aprendizagem e têm de desenvolver competências metacognitivas que lhes permitam organizar e orientar a sua aprendizagem.

Quando as pessoas trabalham colaborativamente numa actividade autêntica, trazem as suas próprias estruturas e perspectivas à actividade. Podem analisar um problema de diferentes prismas e podem negociar e produzir significados e soluções com base na compreensão partilhada.

O paradigma construtivista conduz-nos a compreender como a aprendizagem pode ser facilitada através da realização de determinados tipos de atraentes actividades de construção. Este modelo de aprendizagem destaca a construção significativa (meaning-making) por intermédio da participação activa em contextos social, cultural, histórica e politicamente situados. Um elemento crucial da participação activa em actividades colaborativas é o diálogo nas experiências partilhadas, indispensável para suportar a negociação e a criação da significação e da compreensão.

Em suma, a contemporânea teoria construtivista da aprendizagem reconhece que os indivíduos são agentes activos que se comprometem com a construção do seu próprio conhecimento, integrando a nova informação no seu esquema mental e representando-a de uma maneira significativa. Discute-se a desvantagem de despejar a informação para os alunos, sem os envolver no processo de tomada de decisão e sem avaliar as suas capacidades de construir o conhecimento. É aconselhada a aprendizagem guiada, que facilita a colocação do aluno no centro do processo de aprendizagem, e fornece a orientação e o ensino concreto sempre que necessário. Este ambientes são, no entanto, mais apropriados para domínios mais estruturados ou níveis mais elevados de aprendizagem.


Flexibilidade cognitiva

Por flexibilidade cognitiva entendemos a capacidade de reestruturar de forma espontânea o próprio conhecimento, para responder às necessidade de situações de mudança, tanto em função da forma como se representa o conhecimento, como dos processos que operam nas representações mentais realizadas. Esta teoria apresenta-se, por isso, como uma referência para a organização de informação em ambientes de aprendizagem pouco estruturados. A ideia de flexibilidade surge pela necessidade de formar pessoas para que possam dar resposta a situações que habitualmente têm soluções muito variadas.

Jonasssen, citado por Marcelo, refere que, como a maior parte dos enfoques construtivistas da aprendizagem, a teoria da flexibilidade cognitiva dá um grande relevo à aprendizagem baseada em casos. No lugar de basear a aprendizagem num simples caso ou exemplo, é importante a existência de uma variedade de casos que ilustrem o conteúdo em questão. Quanto maior for a variedade de casos, mais ampla será a base conceptual em que se apoie. Estes casos deveriam ser autênticos, de forma a requerer o mesmo tipo de pensamento que seria exigido em contexto de vida real.

Marcelo, C. et all. (1999): Formación y Nuevas Tecnologías: posibilidades y condiciones de la teleformación como espacio de aprendizaje [http://prometeo.cica.es/idea/mie/mie.htm].

 

Mais informação sobre este tópico:


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CSCL Theories

Wana Daphne Lin Hsiao
URL: http://www.edb.utexas.edu/csclstudent/Dhsiao/theories.html

 

marca1.jpg (5483 bytes) Learning Theories and Instructional Strategies Matrix
Instructional Technology Program
George Mason University
URL: http://chd.gse.gmu.edu/immersion/knowledgebase/

 

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Ferramentas de CSCL

 

A utilização dos computadores em ambientes de trabalho e aprendizagem colaborativos pode tomar diferentes formas:

colaboração em relação com o computador (um ou mais alunos trabalham num mesmo computador);

colaboração baseada numa rede local (um ou mais alunos, trabalham em vários computadores no mesmo lugar)

colaboração no ciberespaço, baseada numa rede alargada (um ou mais alunos, trabalham em computadores geograficamente distantes).

Por sua vez, os sistemas informáticos de suporte à comunicação mediada pelo computador e de apoio à aprendizagem colaborativa (também conhecidos como tecnologias de groupware) são típica e tradicionalmente classificados por categorias segundo uma matriz de tempo / localização dos utilizadores: síncronos (mesmo tempo), assíncronos (tempo diferente), presenciais (mesmo lugar) e remotos (lugar ou lugares diferentes).

As ferramentas síncronas suportam a interacção em simultâneo entre membros do grupo como por exemplo a videoconferência, IRC; sistema de suporte à decisão, etc. As ferramentas assíncronas, como o correio electrónico, os newsgroups, as listas de distribuição de correio electrónico, o hipertexto, etc., suportam o trabalho individual ou de pequenos grupos, de modo a contribuir para o processo geral.

Actualmente, existe uma variada gama de plataformas tecnológicas de apoio ao trabalho colaborativo e à teleformação (Learning Space, First Class, Web Course, Top Class, Learning Server, Web-CT, etc.), que integram muitas das possibilidades encontradas em cada uma ferramentas que enumeramos no parágrafo anterior.

De acordo com Marcelo, estas plataformas identificam-se genericamente pela incorporação das seguintes características:

facilidade de utilização tanto para o professor como para os alunos;

variedade de meios (texto, gráfico, vídeo, audio);

diferentes modos de comunicação (um para todos, um a um, e todos para todos);

comunicação em tempo real (chat, videoconferência)

listas de discussão (foros);

pesquisa de textos;

ligações html;

avaliação on-line dos alunos;

acompanhamento das actividades dos alunos;

ajuda e tutoria on-line;

possibilidade de acesso remoto para professores e alunos;

segurança e acesso mediante palavra-chave;

facilidade de actualização de novas versões;

Embora, cada software de CSCL possa ter funções diferentes, uma característica geral é a de promover a reflexão, a pesquisa e a troca de ideias e experiências que apoiam o trabalho colaborativo e um estudo mais aprofundado.


Mais informação sobre este tópico
:


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Computer-mediated communication (CMC)
John December
Tudo, ou quase tudo sobre CMC.

URL: http://www.december.com/john/study/cmc/what.html

marca1.jpg (5483 bytes) Computer-mediated communication
Sistemas de CMC, Interacção em Educação a Distância, Referências.

URL: http://gasa.dcea.fct.unl.pt/julia/ensino/~inki.html

marca1.jpg (5483 bytes) Collaborative Learning Tools and Environments
Lista de ferramentas e ambientes "rede-network-based" para a aprendizagem colaborativa.

URL: http://www.edb.utexas.edu/cscl98/tools.html

marca1.jpg (5483 bytes) Groupware
Introdução, aplicações, construção de projectos, glossário, links, etc.

URL: http://www.usabilityfirst.com/groupware/

 

Última actualização: Março, 2000
Tecnologia Educativa:na Rota do Cabowebue - Núcleo UE-Minerva

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