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FINALIDADE
Instalar uma Estação Meteorológica Automática alimentada a painel
solar, com computador, a fim de contribuir para um maior
conhecimento Meteorológico / Climático / Tecnológico / Energias
Alternativas, com a intenção de melhorar a qualidade de actuação do
homem no meio / TERRA; bem como a qualidade pedagógica, de formação
e de vida, em especial das gerações vindouras.
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CALENDARIZAÇÃO:
Anos
lectivos 2004-2005; 2005-2006; 2006-2007
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OBJECTIVOS:
·
Contribuir para o conhecimento dos estados do tempo à escala
local / escola;
·
Identificar características de micro-clima urbano;
·
Utilizar métodos científicos / geográficos através das TICs
(Tecnologias de Informação e Comunicação);
·
Participar no entendimento das alterações climáticas, tendo em conta
factores naturais e antropogénicos;
·
Sensibilizar os alunos para o controle dos factores antropogénicos
que têm consequências nos desequilíbrios ambientais;
·
Consciencializar os alunos, como cidadãos, para a utilização de
energias limpas;
·
Promover a interdisciplinaridade;
·
Incutir o espírito crítico e de pesquisa;
·
Desenvolver o trabalho em cooperação.
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DESCRIÇÃO SUMÁRIA
Através da instalação
da EMA (Estação Meteorológica Automática), com alimentação por
painel solar, na Escola Secundária de Odivelas, OdiMeteoSol, vai-se
registar e estudar os elementos climáticos: temperatura, pressão
atmosférica, humidade relativa, vento (direcção e intensidade),
insolação (nº de horas de sol) e ponto de orvalho. A partir desse
estudo vai-se identificar os estados de tempo mais frequentes à
escala local, que contribuem para a caracterização do tipo de clima
da região e inseri-lo na zona climática respectiva à escala global.
Identificar
e explicar os factores naturais e humanos intervenientes no tipo de
clima.
Incutir a reflexão e o
debate sobre a forma de actuação do homem na superfície terrestre.
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DESCRIÇÃO
PORMENORIZADA
A Estação
Meteorológica Automática (EMA), com painel solar, na Escola
Secundária de Odivelas, OdiMeteoSol, OMS, concelho de Odivelas,
distrito de Lisboa, fica situada numa área de fraca altitude, 59m,
pouco acidentada, inserida na região a Norte de Lisboa, com vales
intercalados de cones vulcânicos; com uma posição geográfica
fluvial-marítima da região envolvente, foz do Tejo, junto ao Oceano
Atlântico a Oeste de Portugal Continental, Com uma latitude
intermédia, enquadra-se na Zona Temperada do Norte (conjunto de
climas temperados), como todo o território português.
O que se passa à
escala local é influenciado por o que ocorre à escala global e
vice-versa; os fenómenos serão mais compreensíveis se estudarem as
interacções entre eles e integrando o seu estudo em diferentes
escalas. Assim deve-se fazer o enquadramento do local no regional e
global (consultar circulação geral da atmosfera).
A OMS vai ser
munida dos seguintes sensores: temperatura, vento (intensidade e
direcção), pressão atmosférica, radiação solar / nº de horas de
sol/insolação, humidade relativa, precipitação e ponto de orvalho.
Os valores destes elementos climáticos serão transmitidos em tempo
real num monitor e também transmitidos por cabo para um computador
(portátil?) na biblioteca da Escola.
A partir do
registo dos valores dos elementos referidos vai-se estudar o
comportamento dos mesmos a partir de recolha, tratamento,
representação gráfica e cartográfica, interpretação e explicação
através dos factores intervenientes: locais e gerais; naturais e
humanos, nomeadamente os de região urbana. Factores como: Relevo
(altitude e exposição geográfica), revestimento do solo, proximidade
ou afastamento do mar, latitude, correntes marítimas, composição da
atmosfera.
Esta EMA vai ser
alimentada através de um painel solar, de forma a sensibilizar e
familiarizar a população escolar para as energias limpas,
alternativas ou renováveis.
Através da pesquisa, com método de observação
directa (in loco) e indirecta (manuais, Internet, etc.),
vai-se tentar correlacionar toda a informação obtida, de forma a
relativizar da forma mais adequada os resultados obtidos,
apresentá-los por computador e em projecção vídeo.
Deve-se contudo, avivar a consciência de que
nesta área científica ainda há quase tudo a fazer no campo da
projecção climática e que a previsão meteorológica só é possível com
uma correlação de informação recolhida em áreas vastas, em
superfície e altitude, essa informação é tratada informaticamente à
escala internacional. Como tal para se potencializar as funções
desta estação terá que se interligar a outras em rede e lançar as
suas informações na Internet, criando um site respectivo.
Os conteúdos do
Estado do Tempo, Clima, Energias Renováveis e Tecnologias de
Informação e Comunicação, TICs, vão ser articulados Transversalmente
e verticalmente integrados no Desenvolvimento Curricular numa
filosofia de política educativa em curso, nos termos da lei.
Incutir a
reflexão sobre a problemática das alterações climáticas e
sensibilizar os alunos para a forma mais adequada de actuação à
superfície da Terra de forma a melhorar a qualidade de vida e do
desenvolvimento sustentável.
Portanto, a
partir de um maior conhecimento da dinâmica do clima, Sistema
interactivo entre terra, atmosfera, oceanos e acção do homem,
poder-se-á prever e planificar de forma a contribuir-se para o
desenvolvimento sustentável e humano.
Projecto da
autoria da Profª de Geografia: Lecídia Maio
Equipa: Lecídia
Maio e Lisete Frias
Parceria: Núcleo
Minerva da Universidade de Évora
Aprovado pela
Ciência Viva
(Maio 2006)
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