Projecto da Estação Meteorológica
OdiMeteoSol
Localização: Escola Secundária de Odivelas
Latitude: 38º 47'  35"
Longitude: 9º 10'  50" 
                           Altitude: 60m

Instalação da Estação Meteorológica na Escola Secundária de Odivelas em 20 de Setembro de 2006.

EMA - exterior EMA - interior

 

Finalidade
Calendarização
Objectivos

Descrição Sumária
Descrição Pormenorizada
 


 

FINALIDADE

Instalar uma Estação Meteorológica Automática alimentada a painel solar, com computador, a fim de contribuir para um maior conhecimento Meteorológico / Climático / Tecnológico / Energias Alternativas, com a intenção de melhorar a qualidade de actuação do homem no meio / TERRA; bem como a qualidade pedagógica, de formação e de vida, em especial das gerações vindouras.

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CALENDARIZAÇÃO: Anos lectivos 2004-2005; 2005-2006; 2006-2007 
 

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OBJECTIVOS:

·   Contribuir para o conhecimento dos estados do tempo à escala local / escola;

·   Identificar características de micro-clima urbano;

·   Utilizar métodos científicos / geográficos através das TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação);

·   Participar no entendimento das alterações climáticas, tendo em conta factores naturais e antropogénicos;

·   Sensibilizar os alunos para o controle dos factores antropogénicos que têm consequências nos desequilíbrios ambientais;

·   Consciencializar os alunos, como cidadãos, para a utilização de energias limpas;

·   Promover a interdisciplinaridade;

·   Incutir o espírito crítico e de pesquisa;

·   Desenvolver o trabalho em cooperação.

 

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DESCRIÇÃO SUMÁRIA

 Através da instalação da EMA (Estação Meteorológica Automática), com alimentação por painel solar, na Escola Secundária de Odivelas, OdiMeteoSol, vai-se registar e estudar os elementos climáticos: temperatura, pressão atmosférica, humidade relativa, vento (direcção e intensidade), insolação (nº de horas de sol) e ponto de orvalho. A partir desse estudo vai-se identificar os estados de tempo mais frequentes à escala local, que contribuem para a caracterização do tipo de clima da região e inseri-lo na zona climática respectiva à escala global.

     Identificar e explicar os factores naturais e humanos intervenientes no tipo de clima.

Incutir a reflexão e o debate sobre a forma de actuação do homem na superfície terrestre.

 

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DESCRIÇÃO PORMENORIZADA
 

A Estação Meteorológica Automática (EMA), com painel solar, na Escola Secundária de Odivelas, OdiMeteoSol, OMS, concelho de Odivelas, distrito de Lisboa, fica situada numa área de fraca altitude, 59m, pouco acidentada, inserida na região a Norte de Lisboa, com vales intercalados de cones vulcânicos; com uma posição geográfica fluvial-marítima da região envolvente, foz do Tejo, junto ao Oceano Atlântico a Oeste de Portugal Continental, Com uma latitude intermédia, enquadra-se na Zona Temperada do Norte (conjunto de climas temperados), como todo o território português.

 O que se passa à escala local é influenciado por o que ocorre à escala global e vice-versa; os fenómenos serão mais compreensíveis se estudarem as interacções entre eles e integrando o seu estudo em diferentes escalas. Assim deve-se fazer o enquadramento do local no regional e global (consultar circulação geral da atmosfera).

 A OMS vai ser munida dos seguintes sensores: temperatura, vento (intensidade e direcção), pressão atmosférica, radiação solar / nº de horas de sol/insolação, humidade relativa, precipitação e ponto de orvalho. Os valores destes elementos climáticos serão transmitidos em tempo real num monitor e também transmitidos por cabo para um computador (portátil?) na biblioteca da Escola.

A partir do registo dos valores dos elementos referidos vai-se estudar o comportamento dos mesmos a partir de recolha, tratamento, representação gráfica e cartográfica, interpretação e explicação através dos factores intervenientes: locais e gerais; naturais e humanos, nomeadamente os de região urbana. Factores como: Relevo (altitude e exposição geográfica), revestimento do solo, proximidade ou afastamento do mar, latitude, correntes marítimas, composição da atmosfera.

Esta EMA vai ser alimentada através de um painel solar, de forma a sensibilizar e familiarizar a população escolar para as energias limpas, alternativas ou renováveis.

Através da pesquisa, com método de observação directa (in loco) e indirecta (manuais, Internet, etc.), vai-se tentar correlacionar toda a informação obtida, de forma a relativizar da forma mais adequada os resultados obtidos, apresentá-los por computador e em projecção vídeo.

Deve-se contudo, avivar a consciência de que nesta área científica ainda há quase tudo a fazer no campo da projecção climática e que a previsão meteorológica só é possível com uma correlação de informação recolhida em áreas vastas, em superfície e altitude, essa informação é tratada informaticamente à escala internacional. Como tal para se potencializar as funções desta estação terá que se interligar a outras em rede e lançar as suas informações na Internet, criando um site respectivo.

 Os conteúdos do Estado do Tempo, Clima, Energias Renováveis e Tecnologias de Informação e Comunicação, TICs, vão ser articulados Transversalmente e verticalmente integrados no Desenvolvimento Curricular numa filosofia de política educativa em curso, nos termos da lei.

 Incutir a reflexão sobre a problemática das alterações climáticas e sensibilizar os alunos para a forma mais adequada de actuação à superfície da Terra de forma a melhorar a qualidade de vida e do desenvolvimento sustentável.

 Portanto, a partir de um maior conhecimento da dinâmica do clima, Sistema interactivo entre terra, atmosfera, oceanos e acção do homem, poder-se-á prever e planificar de forma a contribuir-se para o desenvolvimento sustentável e humano.

 

Projecto da autoria da Profª de Geografia: Lecídia Maio

Equipa: Lecídia Maio e Lisete Frias

Parceria: Núcleo Minerva da Universidade de Évora

Aprovado pela Ciência Viva (Maio 2006)

 

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